Clicky

Archive for the ‘Comportamento’ Category

Relacionamento à distância

Posted by Fabiana Honorato On April - 20 - 2012
Em meio a um turbilhão de pensamentos, dúvidas e incertezas que vêm à sua mente (mente inteligente); juntar tudo isso com um coração que bate forte por alguém que mora do outro lado do planeta (coração  burro), você tem o que se pode claramente chamar de catástrofe, certo? Depende. Se você estiver disposto a acreditar que o coração, por se apaixonar, é inteligente e que a mente, por pensar dessa maneira, é burrinha, você está no caminho certo.

Costumo dizer que tudo depende de como você enxerga as coisas. Se você olhar esse relacionamento como uma chance ao amor, ao aprendizado, à maturidade, ao bom senso, à compreensão, à cumplicidade e ao comprometimento (o que aliás, todos os relacionamentos deveriam conter) ele tem ótimas chances de ser incrivelmente duradouro e inesquecível. Foi assim que eu decidi enxergar.

Há quem evite, há quem não aceite. Por experiência posso dizer que mesmo relutante no começo, hoje, graças a esta oportunidade que dei ao coração, trago uma bela história pra contar. Aliás, tive um relacionamento onde a proximidade não foi diferencial no quesito “sucesso” nem “felicidade” pois terminou de forma tão desastrosa que a solução para viver após o fim foi tirar lições positivas e aplicá-las na próxima oportunidade que a vida me traria: um relacionamento à distância.

Não significa que você não terá que ponderar vantagens e desvantagens, o que eu quero dizer é que é possível encontrar um equilíbrio para manter um relacionamento onde um não mora perto do outro, até porque equilíbrio é a base para qualquer relacionamento, não importa a circunstância.

O sucesso ou o fracasso do seu relacionamento é diretamente proporcional ao seu poder de decisão. Por exemplo: você pode decidir arrancar os cabelos e perder preciosas horas de sono numa crise de ciúmes ou, você pode decidir levar um papo super aberto e honesto onde ambos estão comprometidos e compartilham da confiança saudável que os casais felizes sabem genialmente como manter. VOCÊ DECIDE.

Abrindo um parêntesis na forma sutil com que abordo este tema e sendo bem clara, se você for um chato, grudento, irredutível a mudanças e adaptações, achar que tudo tem que ser só do seu jeito e que o mundo gira em torno do seu umbigo, não alimente esperanças de que um relacionamento à distância dê certo. A propósito, não espere que NENHUM relacionamento dê. Então lindão, fica esperto porque se você for um cara bacana, a gatinha vai ficar na tua nem que você esteja morando na lua. Mesma coisa para as moçoilas apaixonadas pelo caixeiro viajante: o príncipe querer ficar com você não depende da distância não, DEPENDE DE VOCÊ e de quão encantadora, charmosa, bem-humorada, simples e compreensiva você é. (Porque nada é mais insuportável do que menina mimada, fresca e cheia das nove horas e das caras e bocas, reclamona, barraqueira e que vive com humor do dinossauro.)

O mundo funciona numa dinâmica conhecida sua, chamada: ação e reação. Os relacionamentos também. Toda ação gera uma reação e é baseada neste conceito que digo que você é integralmente responsável pelas suas ações e consequentemente pelos resultados que elas te trazem. O que isso tem a ver com seu relacionamento? Tudo. Aprenda a controlar suas ações que obterá reações agradáveis e surpreendentes. Esse processo pode ser descrito de uma maneira bem simples: pensar – agir. A combinação consciente desses dois elementos resulta num terceiro elemento, quase mágico, que inexiste sem os outros dois: a maturidade. Sem ela, a sua goiabada pode ficar sem queijo e o que era pra ser poesia com verso de rima acaba virando canção sertaneja.

Seja para os casais que por alguma razão (trabalho, estudo, etc.) foram separados ou para os que já moravam distantes ao se conhecer, apostar na continuidade do relacionamento requer uma pitada do que eu chamo de “saber o que quer” porque no mais tudo é passível de adaptação. E é sobre ela que falaremos nesta série sobre Relacionamento à distância.

São temas que abordaremos:

  • A decisão de estar em um relacionamento à distância – o ponto de partida;
  • Manter-se emocionalmente conectado – o elemento-chave;
  • Gerenciando atitudes e contornando desafios – a estratégia;
  • Dicas práticas baseadas em experiências de sucesso. (Imperdível!)
Se você, assim como a Patricia e eu, embarcou nesta caravela, você não pode deixar de acompanhar este especial.
Em breve publicaremos o primeiro artigo da série, enquanto isso você pode deixar o seu comentário e a sua participação compartilhando conosco a sua experiência. Até lá!
VN:F [1.9.13_1145]
Deixe seu feedback sobre esta dica:
Rating: 5.0/5 (1 vote cast)

Série: O que ninguém te ensinou sobre emagrecimento

Posted by Patricia Muller On April - 9 - 2012
(Este artigo é complementar à série Dicas para Emagrecer e ao artigo Reeducação Alimentar.)

“Vou começar uma dieta”. “Vou iniciar uma reeducação alimentar”. “Preciso mudar estes meus hábitos com comida”. “Quero ser saudável e me alimentar bem”.

Estas são algumas das afirmações que milhões de pessoas pelo mundo recitam ao se depararem com questões relacionadas ao estilo de vida que levam e o impacto que a alimentação tem no seu estado geral de saúde, peso e aparência. Em um dado momento, aparece um gatilho – um filme que você assiste, um livro que lê, um comentário que alguém faz – e algo clica. A motivação aparece. Aquele empurrão te coloca na mentalidade de mudança e, munida de uma coragem que você nem sabe muito bem de onde surgiu, você decide que está determinada a fazer transformações. E sai atrás de informação – revistas, internet, conselhos de pessoas conhecidas e assim por diante.

Essa maratona em busca de informação sobre como se alimentar corretamente, seja para perda de peso ou exclusivamente por questões de saúde, pode ser longa e exaustiva. Mas após filtrar um oceano de informação contraditória e chegar a algo em que você, pessoalmente, vê sentido, uma vez que você sente que tem informação suficiente para dar os primeiros passos, agora vai… Ah, agora vaaaaiii!!! Certo?

Pois é… Nem sempre vai. Em meio a viagens de culpa e auto punição, achando que você não é capaz de cumprir a meta a que se propôs e sentindo-se derrotada, você volta ao estágio inicial de letargia mental, conformismo e negação do momento imediatamente anterior ao seu gatilho. Quantas pessoas você conhece que já passaram por isso? Quantas vezes você próprio passou por isso?

Pois bem. Vamos colocar um pouco de perspectiva no seu momento “derrota”: é possível que a razão pela qual o “agora vai” nem sempre vai seja o fato de existir uma peça deste quebra-cabeças que ninguém discute. Coisas que ninguém te ensina. Todo mundo te diz “o que” fazer”. “O que comer”. “O que evitar”. “O que faz bem”. “O que engorda”. E, em alguns casos, por que. Há décadas revistas femininas publicam edições recheadas de “o que”, algumas vezes eles próprios questionáveis em diversos níveis.

Verdade seja dita, o “o que” tem seu papel e ele é, na verdade, fundamental. Sem esta informação você não sabe por onde começar. Mas o problema com o “o que” é que ele é só meio caminho andado. Porque ninguém te ensina o “COMO“.

O “como” (trocadilho não intencional) não é como preparar sua comida ou escolher as frutas no supermercado. O “como” diz respeito a estratégias psicológicas de que você precisa se munir para colocar seu plano em prática – e manter-se nele. À conversa mental em momentos críticos – e diários – quando você precisa optar por comer ou não comer algo, pegar um pouquinho mais de arroz ou lidar com a frustração de imediatamente colocar o prato na pia sem pegar mais nada, dizer não ao lindo pedaço de bolo no aniversário da sua melhor amiga quando na verdade você quer comer dois. Entender os processos mentais destas brigas internas (e como contorná-los) é tão fundamental quanto saber o que comer e o que evitar. E mais simples do que pode parecer, quando se tem o conhecimento em mãos.

Então vamos falar sobre o “como“. Você pode dizer a si próprio que tudo é uma questão de força de vontade. Que lindo. Eu poderia sentar aqui na minha cadeira enquanto digito este artigo, 30kg mais magra do que estive 6 anos atrás e educadamente dizer: “Força de vontade é importante, mas não é tudo”.

Ao invés disso, vou deixar a sutileza de lado, que hoje não estou boa e você não está aqui pra perder tempo – e sim encontrar respostas concretas – e falar sem papas na língua que força de vontade ainda é “o que”, não te acrescenta nada de concreto se você não sabe o que fazer na prática e, se você não fizer o trabalho de compreender como seu cérebro funciona, como seus hábitos se instalaram e como alterá-los, está perdendo seu tempo porque força de vontade sozinha vai te levar por um tortuoso caminho em que você acabará ou 1) frustrada ou 2) mais magra, talvez, mas também detonada durante e ao final do processo. E dizendo “Nossa, está difícil, mas vai valer a pena”.

Não. Não precisa ser tão difícil. O que precisa é de inteligência emocional, compreensão dos processos psicológicos por detrás das suas atitudes e estratégias pré planejadas para serem colocadas em ação quando se fizerem necessárias.

Nesta série, vamos colocar seu cérebro pra malhar, porque a malhação do resto está diretamente ligada à sua boa forma mental, emocional e psicológica. Vamos abordar os seguintes assuntos para fortalecer sua capacidade de transformação:

  • Como seus hábitos se formam e como alterá-los
  • Motivação vs Inspiração
  • Do ponto A ao ponto B: quem você é e quem quer ser
  • Estratégias práticas
Algumas das dicas nesta série virão da minha experiência pessoal com resultados atingidos e mantidos, outras de especialistas e livros. Embora verdades nem sempre sejam absolutas, este enfoque vai ampliar sua percepção e conhecimento sobre o assunto, aumentando suas chances de sucesso rumo a uma vida mais saudável e resultados com perda de peso mais previsíveis e consistentes. Fique ligado para ler o primeiro artigo em breve e, enquanto isso, não deixe de conferir as dicas da Fabiana Honorato sobre o “o que” da reeducação alimentar.
VN:F [1.9.13_1145]
Deixe seu feedback sobre esta dica:
Rating: 5.0/5 (3 votes cast)

O incontrolável desejo de bocejar

Posted by Fabiana Honorato On September - 29 - 2011

Sonolência, cansaço ou fadiga podem ser os causadores do nosso bocejo. Há teorias que justificam o bocejo como hábito herdado de nossos ancestrais; outras ainda afirmam que é para aliviar o acúmulo de dióxido de carbono. Não importa, seja no aconchego da nossa cama ou na reunião de trabalho a vontade de bocejar não só aflora como é contagiosa: um boceja e quem está próximo, na maioria das vezes, também. Como uma reação em cadeia, a misteriosa epidemia não poupa nem os atletas momentos antes da competição mais importante de suas vidas.

Não há mal algum em escancarar o bocão no secreto da sua casa, mas no jantar romântico com o namorado ou na frente do chefe isso pode ser interpretado como falta de disposição ou desinteresse no trato do que está sendo falado.

Mas o que fazer então?

Há uma dica bem prática que vai te ajudar, em especial naquelas situações em que um bocejo insiste em vir numa hora inconveniente: quando sentir a vontade de bocejar, pressione a língua contra os dentes incisivos (frontais) superiores por alguns segundos. Quanto maior a intensidade da compressão mais eficaz será o controle do impulso de bocejar. Faça isso de boca fechada, com muita discrição e ninguém vai perceber absolutamente nada!

Agora, faça o teste e conte-nos depois a sua experiência. É um prazer dividir este espaço com você!

VN:F [1.9.13_1145]
Deixe seu feedback sobre esta dica:
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)

VIDEO

TAG CLOUD

Parceiros