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Archive for the ‘Casa’ Category

Cozinhando para um: Quibe assado

Posted by Patricia Muller On December - 5 - 2010
Esta é a primeira receita da série “Cozinhando Para Um” (veja a introdução aqui):

Quibe Assado

Este é um prato fácil de ser preparado, que pode ser dosado para uma só pessoa ou feito em maiores quantidades para ser congelado.

Nota: Existe mais de uma forma de preparar quibe e os tipos e a quantidade de condimentos variam de acordo com a preferência individual e a quantidade a ser preparada. Como regra geral, use uma medida de carne para uma medida (ou pouco menos de uma medida) do trigo já hidratado. Nunca use mais trigo do que carne, pois isso faz com que o quibe esfarele.

Ingredientes:

  • Carne moída
  • Trigo para quibe
  • Manteiga ou margarina
  • Sal
  • Pimenta do reino
  • Hortelã
  • Cebola
  • Alho
  • Opcional: salsinha e cebolinha

Modo de preparo:

  1. Pré aqueça o forno em temperatura média (180ºC). Unta forma de sua preferência (a ideal, se você está fazendo a receita pela primeira vez, é a refratária, de vidro transparente, pois permite que você monitore o cozimento) com azeite ou manteiga.
  2. Hidrate o trigo colocando-o em uma tigela com água. Se você não tem muito tempo, use água quente – dessa forma o trigo hidrata mais rapidamente.
  3. Tempere a carne moída com os comdimentos da sua preferência (cebola, alho e hortelã bem picadinhos, sal, pimenta do reino, etc.), amassando tudo bem com as mãos. A quantidade de condimentos vai depender da quantidade de carne e trigo usada para a receita e do seu gosto pessoal. Acrescente a manteiga, que serve para criar a liga – mas não use manteiga demais para não deixar o quibe gorduroso. Para aproximadamente 1kg de carne moída, uma colher de chá cheia de manteiga é suficiente.
  4. Escorra o trigo, apertando bem com as mãos para tirar todo o excesso de água. Use uma peneira, se necessário. O trigo hidratado deve estar levemente húmido, mas não molhado ou com excesso de água.
  5. Em uma vasilha grande, misture bem o trigo hidratado com a carne moída temperada e amasse com as mãos até que a mistura esteja bem homogênea.
  6. Coloque a mistura na assadeira, pressionando a massa e acomodando-a bem no fundo e beiradas. Com uma faca, já corte a massa ainda crua – isso ajuda no cozimento e facilita na hora de servir.
  7. Coloque no forno para assar. Novamente, o tempo de cozimento vai variar de acordo com a quantidade sendo preparada e com o tamanho do seu forno. Ao fazer esta receita pela primeira vez, monitore o cozimento. Um quibe de tamanho médio leva em torno de meia hora para ficar pronto.
  8. Sirva com arroz branco, ou arroz com nozes e uma salada e terá uma refeição bem balanceada.

Dica #1: você pode preparar um quibe de tamanho médio e congelar o que não consumir. O ideal é separar os pedaços em embalagens Ziploc em porções de tamanho individual, que podem depois ser descongeladas também individualmente.

Dica #2: se optar por fazer uma porção individual, você pode ou preparar só a quantidade que vai consumir ou preparar uma quantidade maior e assar somente o que for consumir, congelando a massa crua restante que estará já pronta para ser depois assada. Isso elimina todo o tempo de preparo e você terá um quibe fresquinho na semana seguinte.

Esperamos que teste e goste desta receita. Comente abaixo se experimentar, nos contando sua experiência e como ficou seu quibe. :)

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Série: Cozinhando para um

Posted by Patricia Muller On December - 5 - 2010
Você está morando sozinho(a) pela primeira vez na vida e mais cedo ou mais tarde se depara com a realidade que, para manter uma dieta balanceada dentro de um orçamento razoável, precisa planejar suas refeições e aprender a cozinhar uma variedade mínima de pratos.

Uma das maiores dificuldades para quem mora sozinho é como dosar as receitas para uma pessoa só. Além disso, muitas vezes é difícil justificar passar 1, 2, 3 horas na cozinha para preparar uma refeição que não será dividida com ninguém e consumida em 15 minutos.

A solução para estes 2 problemas é encontrar receitas práticas, rápidas e nutritivas, que possam ser ou congeladas ou dosadas para porções individuais.

Existem muitas receitas que você pode usar, mas nesta série vamos reunir algumas das nossas favoritas, testadas e aprovadas pela nossa equipe. Esta introdução será atualizada com links para as receitas individuais conforme elas forem publicadas:

Fotos: JR3, stevendepolo.

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Desperdício – parte I

Posted by Carolina Berthold On August - 22 - 2010
Evitar o desperdício é um grande desafio para todos, mas especialmente para quem mora sozinho. Quando falamos em desperdício, o que me vem a mente é a grande quantidade de comida que colocamos fora, mas desperdício não é só isso, desperdício é utilizar recursos de forma errada. Neste e no próximo artigo colocarei algumas dicas sobre como evitar o desperdício em várias áreas, e quais os benefícios que você pode obter disso.

1. Água

Sim, ouvimos muito falar em desperdício de energia e água, sobre como estes recursos vão ser escassos em um futuro não muito distante. Utilizando da forma correta estes recursos estaremos não só preservando o planeta, mas também reduzindo os valores de contas de água e luz. Às vezes a mudança parece não ser significativa, mas se uma conta de energia elétrica reduzir em R$ 10,00 ao mês, a economia terá sido de R$ 120,00 ao ano – tomando-se algumas medidas bem simples:

  • Verifique se há torneiras, chuveiros e mangueiras vazando em sua casa, e, se houver, chame um profissional da área para consertar;
  • Feche a torneira enquanto estiver escovando os dentes;
  • Não deixe o chuveiro aberto se não estiver tomando banho;
  • Ao ensaboar as louças, mantenha a torneira fechada (a Patrícia há pouco tempo fez um post com dicas para economizar água enquanto lava a louça);
  • Verifique se o relógio que mede o consumo de água de sua casa está em perfeito estado;
  • Algumas máquinas de lavar roupa reaproveitam água; dê preferência para estas.

2. Energia

  • Procure comprar eletrodomésticos que consomem menos energia, aqueles com a selo indicando tipo “A” são mais econômicos. Neste site você pode entender um pouco melhor como funciona o cálculo da energia que os eletrodomésticos consomem;
  • Procure não deixar roupas penduradas atrás da geladeira, isso aumenta bastante o consumo;
  • Verifique se as borrachas da sua geladeira estão em perfeitas condições: quando a borracha não sela perfeitamente as portas da geladeira, ela perde temperatura para o ambiente e consome mais energia para manter estável a temperatura interna definida;
  • Não abra a porta da geladeira sem necessidade: a hora de pensar no que vai ser retirado da geladeira é antes de abrí-la, evite ficar com a porta aberta um tempão enquanto pensa no que quer pegar;
  • Efetue a limpeza da geladeira regularmente: quanto mais congelado o freezer, mais energia ela vai consumir;
  • Evite deixar aparelhos em stand by sem necessidade, especialmente quando for passar um período longo ou alguns dias fora de casa (quando aquela luzinha da TV está acesa, ela está consumindo energia);
  • Deixe acesas apenas as luzes que forem necessárias e opte por lâmpadas mais econômicas. Apesar de serem mais caras, elas consomem menos energia e têm vida útil maior. Uma outra dica para aumentar a vida das lâmpadas é deixá-las acesas até 4hs por dia;
  • Acumule roupas tanto para colocar na lavadora como para passar, assim você só precisará ligar a máquina de lavar ou o ferro de passar roupa uma vez.

Você pode ver mais dicas sobre compra e uso consciente de eletrodomésticos aqui.

Se cada pessoa puder aplicar todos os recursos que tem em mãos da forma correta, isto beneficiará o planeta, a saúde, e também o bolso.

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Organizando a Geladeira

Posted by Carolina Berthold On August - 4 - 2010
Uma coisa super importante com a qual, às vezes, quem mora sozinho não se preocupa é a organização da geladeira. Organizando os alimentos adequadamente é possível mantê-los com o sabor de frescos e até mesmo alterar sua duração.

Imagem: Ollie Crafoord on Flickr

Alimentos:

As áreas distintas possuem temperaturas diferentes, então é possível organizar tudo de acordo com a necessidade de refrigeração:

Carnes: devem ser guardadas no freezer ou gaveta própria. Caso você pretenda consumir logo, separe apenas a parte que será utilizada e deixe nas prateleiras intermediárias. Uma dica é: quando você comprar carne, já corte e coloque quantidades pequenas em saquinhos, assim, você não precisará descongelar mais carne do que pretende cozinhar, correndo o risco de estragá-la.

Frutas: devem ser lavadas antes de guardar na geladeira e guardadas em sacos plásticos, para evitar ressecamento. As verduras também devem ser guardadas em sacos plásticos, mas não precisam ser lavadas. Podem ser guardadas na gaveta própria para isso.

Ovos: Embora a maioria das geladeiras possua compartimentos próprios para ovos na porta, este não é o lugar ideal para eles, pois a refrigeração ali  é menor. Ovos devem ser guardados nas prateleiras superiores, próximos ao fundo.

Conservas: estas, sim, podem ser guardadas na porta da geladeira, junto com água e refrigerantes, pois não precisam de grande refrigeração.

Enlatados: depois de abertas, as latas soltam oxidantes, podendo contaminar os alimentos. Colocando ou não na geladeira, sempre armazene em potes plásticos.

Queijos: podem ser colocados na gaveta própria ou na prateleira de cima, sempre bem embalados.

Dispondo alimentos nas prateleiras:

Como a prateleira de cima é bem refrigerada, o ideal é colocar lá o que estraga com mais facilidade: leite, iogurte, sucos naturais, margarina. Uma vez ouvi que a prateleira de cima é a que devemos guardar o que vamos comer no café da manhã.

Nas prateleiras intermediárias podem ser armazenadas as sobras de comida: feijões, sopas, arroz – mas sempre em potes com tampa. O pão também dura mais tempo se armazenado na geladeira e o ideal é que os alimentos sejam colocados com espaço para o ar frio circular e mantê-los refrigerados.

Para otimizar 1) o espaço nas prateleiras e 2) o acesso a produtos, você pode optar por uma solução muito simples e eficiente: colocá-los em prateleiras giratórias, conforme a imagem abaixo. Assim, os produtos que estão no fundo podem ser acessados com a mesma facilidade que os da frente (bastando apenas girar a base) e você aproveita melhor aqueles espaços que normalmente ficariam inutilizados.

Limpeza:

O ideal é que a geladeira seja limpa no máximo a cada 15 dias, com um pano molhado e álcool ou com uma esponja, água e sabão ou detergente neutro em pequena quantidade. Não utilize produtos de limpeza fortes. O álcool evapora rapidamente, sem deixar resíduos; sabão ou detergente neutro sai facilmente com pano e água. Mas outros tipos de produto podem deixar resíduos dentro da geladeira que são nocivos à saúde.

Sempre que possível, retire as partes móveis da geladeira e lave-as na pia com água e detergente. É importante manter a geladeira em boas condições de higiene para evitar mau cheiro, contaminações, propagação de bactérias e mofo.

Tomando estas precauções, seus alimentos devem durar mais tempos e permanecer mais frescos, reduzindo os riscos de desperdício e até mesmo de malefícios a saúde.

 

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Trazendo sustentabilidade para a pia da cozinha

Posted by Patricia Muller On August - 3 - 2010
Como você lava louça? E quem lava a louça na sua casa: você, sua família ou sua empregada doméstica?

É surpreendente, mas cada pessoa tem seu próprio método para essa tarefa simples e corriqueira. Louça é lavada todos os dias e envolve consumo de água, produtos e materiais de limpeza e, em alguns casos, também de energia (água quente, máquina de lavar louça). Mas existem formas de optar por métodos e alternativas na hora de lavar louça que, não só refletem bem no bolso, mas também são mais conscientes do ponto de vista de sustentabilidade, contribuindo com a preservação do meio ambiente.

As dicas a seguir são simples de serem implementadas e muito eficazes. Se você não é responsável por essa tarefa na sua casa, oriente as pessoas que são.

DETERGENTE:

Opte pelos biodegradáveis. Procure essa indicação na embalagem na hora de comprar. Para otimizar o uso do detergente, siga este procedimento:

Não coloque o detergente diretamente na esponja, isso tende ao desperdício. Escolha um recipiente de tamanho apropriado para a quantidade de louça que costuma precisar lavar e use-o exclusivamente para fazer o que costumo chamar de “água de detergente”:

Coloque uma pequena quantidade de detergente no fundo do recipiente e complete com água, preferencialmente quente, misturando bem os dois. Se por um lado água quente consome energia, este consumo nessa etapa é mínimo e economiza na quantidade de água e detergente necessários no restante do processo: água quente ajuda na remoção de gorduras, limpa melhor e diminui a quantidade de tempo que você precisa para lavar a louça. Se você tem água quente na pia, ótimo. Se não tem, pode deixar esquentar um pouco no fogão. Água fria também funciona, mas a otimização de recursos e tempo é menor.

De uma forma ou de outra, este procedimento traz uma enorme economia de detergente. Em uma casa com 2 pessoas (meu caso), a água + detergente (aproximadamente uma colher e meia de chá) no recipiente ilustrado abaixo é mais do que suficiente para lavar eficientemente toda a louça do jantar, incluindo panelas.

ESPONJA:

Existem opções de esponjas ecológicas, que são alternativas mais conscientes do que as sintéticas. Mas elas são, em geral, mais caras e nem sempre oferecem um bom desempenho. Existe uma alternativa barata (muito comum nos EUA) que, além de ecologicamente mais consciente, é também mais higiênica: paninhos e toalhinhas (aqui, chamados de “dish cloths ou “dish towels”). Escolha um tamanho, textura e grossura que seja confortável para você. Quem está acostumado com esponjas às vezes leva alguns dias para se apdaptar, mas uma vez que se pega o jeito, estes paninhos limpam tão bem ou melhor do que as esponjas, com o benefício de poderem ser lavados e reutilizados e secarem mais rapidamente do que as esponjas (que, por sua vez, acumulam bactérias que adoram o ambiente úmido). Eles podem ser de algodão, mini toalhinhas de rosto, paninhos de micro-fibra, até mesmo paninhos feito em casa (como estes), se você tem essa habilidade. (Como curiosidade, veja este produto americano chamado “Spaghetti Scrub“, criado a partir de fibras de casca de milho ou caroço de pêssego que, segundo a empresa, nem de detergente precisa – embora possa ser usado, se você preferir.)

FLUXO/PROCESSO DE LAVAGEM:

A palavra de ordem aqui é “otimização” e isso varia de acordo com a disposição da sua pia. Como regra geral, não deixe a comida secar nas panelas, pratos e copos – faça um enxágue rápido logo depois da utilização e deixe as peças de molho por alguns minutos, quando necessário, para ajudar a soltar resíduos de comida mais persistentes.

Nunca deixe a torneira aberta sem necessidade. Para otimizar a utilização da água, crie um fluxo de trabalho inteligente. Se você tem cuba dupla na pia, utilize um lado para os pratos sujos, de molho – e o outro para colocar as peças conforme forem sendo ensaboadas. Ensaboe uma a uma com a água desligada, esvaziando um dos lados da pia e depois abra a água apenas para enxaguar. Se a sua cuba não é dupla, você pode utilizar o espaço do tampo ao lado da pia para as peças sujas e a cuba para as ensaboadas, ou vice-versa. Encontre a forma que faz mais sentido para você, desde que o seu método permita a lavagem sem desperdício de água corrente.

São dicas simples, mas eficazes. E você, como lava louça? Procura ser consciente, evitar desperdício e optar por alternativas sustentáveis? Tem alguma outra dica para sugerir nos comentários?

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Dobrando lençóis com elástico

Posted by Patricia Muller On July - 28 - 2010
Vamos falar a verdade: lençóis de baixo com elástico são fantásticos! Se você tem idade para se lembrar da época em que eles ainda não eram vendidos no Brasil, sabe bem do que estou falando. Lençóis com elástico caem naquela categoria “como é que uma idéia tão simples são foi implementada antes?”. Você tira o lençol do armário, joga mais ou menos aberto na cama, passa o elástico nos cantos do colchão, dá aquela esticadinha básica  e “voilá”! Simples, rápido e prático!

Sim, é fantástico… até você precisar guardá-lo de volta no armário depois de lavar. Depois de travar algumas batalhas iniciais – e perdê-las – tentando descobrir uma forma eficiente de dobrar aquela peça desengonçada, você desiste, deixa a coisa meio que embolada no meio, dobra do jeito que dá e esconde debaixo do lençol sem elástico (que, por sua vez, dobra em um retêngulo perfeito, sem recheio de elástico embolado). Na hora de usar novamente, você precisará esticar bem, porque ele estará completamente amassado – exceto pelo pedacinho que ficou devidamente dobrado por cima. Ou então (haja paciência…), o jeito é passar novamente.

E aí, um belo dia, você pensa que alguém deve ter encontrado a solução para este problema, resolve procurá-la e chega ao nosso blog. Nós não pensamos na solução, mas a encontramos para você. Seus  dias de lençol embolado acabaram!

#comofas para dobrar lençóis com elástico?

Siga o passo-a-passo do vídeo abaixo e vejam a perfeição da coisa! O vídeo está em inglês, mas dá para seguir mesmo sem entender a narração. E nunca mais se irrite tentando guardar sua roupa de cama:



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Alugando um imóvel

Posted by Carolina Berthold On July - 15 - 2010
Agora que você encontrou o lugar certo, e decidiu alugar um imóvel, há alguns detalhes importantes para seter em mente:

1. Garantia: Não tem jeito. As imobiliárias sempre pedem algum tipo de garanti – e estão cobertas por lei. As garantias podem ser solicitadas de três formas:

  • Fiador: você apresenta uma outra pessoa ( dona de pelo menos dois imóveis) para se responsabilizar caso o aluguel não seja pago;
  • Caução: nesta opção você efetua um depósito no valor máximo de três aluguéis e este valor será devolvido na entrega do imóvel (assumindo-se que não seja necessário ao proprietário utilizá-lo para consertar danos que você tenha causado);
  • Seguro-fiança: uma seguradora especializada se responsabiliza pelo não-pagamento e custa até 1,5 vezes o valor do aluguel. Nesta caso, a imobiliária indica a seguradora. Você pode ler um pouco mais sobre como funcionam as garantias aqui.

2. Vistoria: acontece antes de você receber as chaves. É a visita da imobiliária, juntamente com o locatário (você) para verificar as condições do imóvel. Este é o momento de dar aquela última verificada em tudo, pois o que for observado em vistoria vai definir, na ocasião da devolução do imóvel, quais os consertos que você precisará pagar. O relatório da vistoria é feito em duas vias, uma para a imobiliária, e outra para o locatário (guarde sua via!). Também, a partir deste relatório, é ainda possível solicitar algum conserto que se faça necessário. É um momento bom para observar se as torneiras, chuveiro e lâmpadas estão funcionando, se o piso e azulejos estão todos coladinhos e inteiros, as portas e paredes estão com a pintura em condições.

3. Consertos durante a locação: A responsabilidade de quem está alugando um imóvel é mantê-lo nas mesmas condições que recebeu. Mas problemas de estrutura (como um vazamento, ou azulejos caindo da parede) são de responsabilidade do proprietário. Se este for o seu caso, deve procurar a imobiliária e comunicar o problema por escrito, pois, caso o mesmo não seja solucionado, posteriormente você pode comprovar que informou o responsável.

4. Condomínio: não há como escapar, condomínio é de responsabilidade do inquilino. Valores como salários dos funcionários, cotas de água e luz em áreas comuns, manutenções elétricas e de segurança-  tudo isso faz parte dos valores que o locatário deve pagar. Por outro lado, valores como instalação de equipamentos, interfones, pintura da fachada, são responsabilidade do proprietário. Nestes casos, você deve pagar o boleto do condomínio, e enviar, junto com o emonstrativo das despesas, para a imobiliária, solicitando o ressarcimento no próximo aluguel.

Enfim, estes são alguns lembretes importantes sobre aluguéis de imóveis. Lembrando que é sempre fundamental ler o contrato de locação com atenção antes de assiná-lo para ter certeza de que está ciente e de acordo com todas as cláusulas. Não caia no papo da imobiliária de que “este contrato é padrão”. Sim, ele é padrão, mas é feito para defender os interesses da imobiliária e nem sempre seus direitos estão devidamente cobertos. Na dúvida, consulte um advogado e não se intimide em pedir alterações de contrato caso não esteja de acordo. Essa é a hora de prevenir situações complicadas no futuro.

Boa sorte no seu novo lar!

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Mofo no inverno

Posted by Carolina Berthold On June - 29 - 2010
O Inverno chegou. Com ele, além do frio, nos deparamos com vários probleminhas típicos desta época do ano. Um deles é o mofo. A umidade toma conta, a casa fica mais fria, as roupas e armários com cheiro ruim. Reunimos, abaixo, algumas dicas para se prevenir deste companheiro indesejado:

Foto: seishin17 on Flickr

1. Mantenha a casa arejada – Sempre que possível abra portas e janelas. Deixar tudo fechado para se proteger do frio não é solução. O ar fresco e o vento são ótimos aliados no combate ao mofo – então, deixar a casa sempre bem ventilada ajuda bastante.

2. Armários – Seguindo o princípio anterior, deixar as portas dos armários abertas para ventilar pode aliviar o problema do mofo. Você também pode colocar pedaços de giz (sim, estes para quadro-negro) dentro dos armários. Eles são ótimos para absorver umidade. Já nos armários da cozinha, você pode forrar as prateleiras com papel-toalha. Além diso, se você colocar pequenos pedaços de cravo-da-índia nos armários – eles trarão um aroma gostoso e não muito forte.

3. Aproveite o sol e, quando ele aparecer, coloque os tapetes, cortinas e almofadas para pegar um ar. O sol retira a umidade dos tecidos e ajuda a combater os esporos do mofo.

4. Verifique Infiltrações e vazamentos – Muitas vezes eles são os vilões da umidade. Se você está desconfiado de vazamento na sua casa, chame um profissional especializado.

5. Produtos anti-mofo – Existem vários, e você encontra facilmente no supermercado. Procure colocar em cantos que são mais escuros e difíceis de ventilar.

Caso o mofo já tenha tomado conta, não se desespere. Existem soluções caseiras para combatê-lo, no site Faz Facil você encontra dicas para se livrar do mofo nos azoulejos, paredes e teto.

Lembrando que, com estas dicas, além da sua casa ficar mais aconchegante, você previne doenças alérgicas, que também podem ser causadas por mofo e fungos. Bom inverno sem mofo!

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O que você carrega na bolsa?

Posted by Patricia Muller On June - 19 - 2010
Para cada mulher que você vê andando na rua carregando uma bolsa, há uma combinação diferente de ítens dentro dessa “secreta sacolinha mágica”. A bolsa de uma mulher é um universo só dela e DE TUDO se é possível encontrar dentro de uma bolsa. (Se você é homem e sua mãe não ensinou, aprenda com a gente: NUNCA abra a bolsa de uma mulher, nem olhe dentro, muito menos mexa nela).

A secreta sacolinha mágica é, para algumas mulheres, um mal necessário e para outras quase que um kit de sobrevivência ou uma extensão dela própria. Nos acostumamos tanto com as benditas bolsas que, quando sem elas, sentimos que algo está faltando.

Lá podem estar todas as coisas que precisamos, que achamos que precisamos, que achamos que podemos precisar, que queremos ter conosco. Escolher o que levar na bolsa, não só varia de mulher para mulher, mas diz muito sobre ela. As minimalistas optam por carregar o básico e essencial – e preferem não ter algo à mão e se virar de acordo com a situação a ter que carregar peso. As prevenidas usam a lógica inversa: não se importam tanto em carregar o peso extra, desde que tenham o que precisam em uma variedade de situações. Acredito que a maioria das mulheres fique em algum ponto entre estes dois extremos, decidindo levar o que é prioritário para ela, ainda que não seja completamente essencial – optando por um equilíbrio entre peso e praticidade.

Na prática, muitas mulheres lidam com dois problemas recorrentes, muitas vezes atrapalhando a otimização da função da bolsa:

  • Troca de bolsas: bolsa para trabalhar, bolsa para sair, bolsa para viajar, etc. Mesmo quem não faz estas distinções e usa uma única bolsa o tempo todo, eventualmente compra uma nova. E elas vêm em tamanhos e formatos diferentes, com compartimentos internos e externos distintos, dificultando a transferência de ítens entre uma e outra.
  • Acúmulo de coisas que não precisam estar lá: vocês sabem bem do que estou falando. A não ser que você seja a Bree de Desperate Housewifes, acaba, na correria do dia-a-dia jogando dentro da bolsa coisas como recibos, papéis que não quis jogar na rua, coisas que pegou de última hora antes de sair de casa, moedas perdidas lá no fundo, cartões de visita que recebeu e por aí vai. Uma limpeza (no mínimo!) semanal para eliminar estas coisas é essencial.

O que faz a diferença entre uma bolsa útil, prática e organizada que realmente serve ao seu propósito e um buraco negro de 5kg onde você não consegue achar metade do lixo inútil que jogou lá dentro, é:  planejamento, bom senso, critério e priorização na escolha dos ítens.

Neste artigo vamos listar uma grande quantidade deles – do básico e necessário ao mais específico e com menor probabilidade de uso diário – todos eles, no entanto, com possibilidade de uso prático. O objetivo dessa lista é sugerir possibilidades – é uma questão de bom-senso compreender que dificilmente alguém irá carregar TODOS estes ítens o tempo todo. Decidir quais levar para cada situação específica é algo que fica a seu critério, pois varia de acordo com preferências, prioridades e necessidades individuais e circunstanciais (o que você leva na bolsa em uma viagem ou para passar uma noite fora é, provavelmente, diferente do que você leva indo para um jantar fino ou casamento, ou até mesmo no dia-a-dia – e você poderá criar combinações personalizadas utilizando os dois arquivos que disponibilizamos ao final deste artigo). Mas  mas essa compilação servirá como um checklist para ajudá-la a manter uma bolsa prática para o dia-a-dia e montar combinações diferentes para situações específicas.

Os ítens estão divididos em:

  1. “Sou prática e só carrego bolsa porque vestido não tem bolso para carteira” (ou ítens essenciais)
  2. “Gosto de estar preparada para mudanças de planos” (ou ítens úteis)
  3. “Com minha cartola mágica eu sobrevivo até em uma ilha deserta” (ítens que você dará graças aos céus por ter na bolsa em um momento de aperto).

É importante dizer que o nome do jogo é minimalismo! Opte sempre por produtos com tamanhos reduzidos (com as exigências de segurança em aeroportos, hoje em dia é muito mais fácil encontrar tudo em embalagens para viagem) e se o seu produto de preferência não vier neste tipo de embalagem, há sempre a opção de comprar potes plásticos e enchê-los com menores quantidades do seu produto favorito. O mesmo vale para acessórios: opte sempre por escovas e espelhos compactos (também fáceis de encontrar em kits para viagens).

Sou prática e só carrego bolsa porque vestido não tem bolso para carteira
(Ítens Essenciais)
* * * * *

  • Carteira: básico do básico. Ninguém sai de casa sem ela. Em um artigo separado, vamos falar sobre o que colocar na carteira, o que deixar de fora e como minimizar transtornos em caso de perda ou roubo. Mas, via de regra, carregue o essencial. Tenha sempre um pouco de dinheiro, seus documentos (ou, alternativamente, cópias autenticadas deles, mantendo originais em casa), cartões de débito e crédito, cartões de seguradora caso tenha algum seguro contratado. Uma boa dica é imprimir um cartão com informações relevantes em caso de emergência, como seu tipo sanguíneo, problemas de saúde – e, muito útil caso você perca sua carteira e tenha a sorte de ela ser encontrada por alguém que, de fato, queira devolver, é criar uma conta de email especificamente para esta finalidade e escrever no cartão instruções sobre como entrar em contato com você. NÃO coloque informações pessoais que possam criar problemas, como o endereço ou telefone da sua casa e/ou trabalho, nem seu email principal.
    Outro detalhe prático que pode ir para a carteira são estas réguas de papel: escolha o tipo e medida, imprima, faça dobras para caber na carteira e plastifique com contact entre uma dobra e outra para maior durabilidade.
  • Talão de cheques: auto-explicativo
  • Celular: auto-explicativo. Mantenha sempre carregado e tenha um carregador no carro, se você dirige, para poder recarregar durante trajetos, se necessário.
  • Óculos de grau/Óculos de Sol: auto-explicativo.
  • Chaves: do carro, de casa, do trabalho, chaves reserva.
  • Porta-moedas: chega de moedas perdidas pela bolsa. Guarde as moedas todas juntas.

Gosto de estar preparada para mudanças de planos
(Ítens Úteis)

* * * * *

  • Câmera digital: sou suspeita para falar deste ítem, pois não saio de casa sem ela. Na minha lista ela é quase um ítem essencial. Hoje em dia, a maioria dos celulares têm câmera, mas quando você precisa de uma qualidade melhor de imagem, flash e outros recursos, a do celular não basta. A utilidade de se ter uma câmera digital na bolsa vai além do óbvio – capturar momentos. Na ausência de um scanner, ela pode ser um substituto em várias situações.
  • Lenços de papel, de pano e lenços umedecidos: explicar a utilidade destes ítens é chover no molhado. Mas vale citar que os lenços umedecidos servem a propósitos que nem sempre consideramos (especialmente se forem anti-bactericidas), como: dar uma refrescada básica no meio da tarde de um dia corrido, em banheiros públicos com conservação duvidosa, desinfetar ou limpar superfícies, limpar e desinfetar cortes na pele, etc. O lenço de pano pode servir como paninho de limpeza ou toalha. E, se for um lenço maior e mais estiloso, dá para manter como acessório coringa.
  • Baby wipes: diferentes dos lenços humedecidos antissépticos e presentes em bolsas de todas as mamães. Mas não são só para bebês: se você já não tem o hábito de usar baby wipes mesmo em casa, ao menos carregue na bolsa. Não só por questões de higiene ao usar banheiros públicos, ou nos dias do seu ciclo menstrual, mas também porque ele tem uma infinidade de usos adicionais.
  • Sacola ecológica: se você optar por uma dobrável feita com material fino, ocupa pouquíssimo espaço na bolsa. Serve não somente para aquela passada de última hora no supermercado, mas também como uma bolsa extra em situações diversas.
  • Spray ou gel anti-bactericida: também dispensa justificativas e pode ser substituído pelos lenços umedecidos, desde que eles sejam, também, anti-bactericidas.
  • Protetor solar: carregue uma embalagem pequena para reaplicar durante o dia e reponha o produto sempre que necessário. É bom ter à mão um que possa ser usado no rosto e no corpo.
  • Protetor labial com FPS: especialmente se você for se expor ao sol e se seus lábios tendem a rachar.
  • Maquiagem: este ítem merece um artigo inteiro sobre como escolher o que levar na bolsa, especialmente para mulheres que usam uma grande variedade de produtos. Mas lembre-se: se você tem essa dificuldade, procure otimizar o espaço, optando por produtos versáteis, multi-uso e com tamanho reduzido. Um batom de cor mais clara e outro de cor mais escura (ou um batom 2 em 1) podem vir a calhar, caso você tenha um convite de última hora e queira caprichar mais na maquiagem. Mas com o minimalismo em mente, este são os ítens que resolvem qualquer situação (se não perfeitamente, ao menos satisfatoriamente): batom, lápis de olho que possa ser esfumaçado com os dedos, corretivo, blush ou bronzer.
  • Desodorante, perfume, enxaguante bucal, cotonetes, escova e pasta de dentes: tudo em tamanho para viagem. Perfumes em embalagem roll-on são uma das melhores invenções dos últimos tempos. Se sua fragrância preferida não vem em roll-on, compre um mini-vaporisador próprio para perfumes.
  • Hidratante: não é para carregar um tubo para hidratar o corpo todo. É para aqueles momentos em que a pele da mão fica muito ressecada e, se for cheirosinho, passar nos braços na refrescada do meio da tarde ajuda.
  • Espelho compacto: ter um espelho na bolsa não é necessariamente o ápice da vaidade. Sim, em vários momentos queremos retocar a maquiagem ou ver se o blush que passamos na correria não ficou muito forte (existem até modelos com luz – e os duplos – com espelho normal e de aumento – são ideais. Se já vier com pinça, ainda melhor). Mas um espelho pode nos salvar de situações constrangedoras como comida entre os dentes, ajudar a encontrar algo que caiu dentro do carro debaixo do banco ou servir como refletor de luz em uma situação de emergência.
  • Escova de cabelo: se você tem o hábito de carregar este ítem, opte por uma escova dobrável. (As redondinhas pequenas que já vêm com espelho matam dois coelhos em uma cajadada só. São uma excelente opção.)
  • Bloco de notas e uma caneta pequena: indispensáveis para tomar nota de qualquer coisa que seja. Opte por blocos pequenos que já vêm com a caneta.
  • Isqueiro ou fósforos: mesmo que você não seja fumante, existem situações em que ter como fazer fogo resolve o problema em questão. Um fogão a gás que não está acendendo, um fio de roupa que você não consegue cortar, acender uma vela quando falta luz, etc.
  • iPod, MP3 player: se for só para ouvir um pouco de música, dispense. Coloque as músicas no celular. Mas estes aparelhos podem otimizar seu tempo se você os utilizar para ouvir podcasts, audiobooks e coisas do gênero – que você pode ouvir a caminho do trabalho, em uma sala de espera, enquanto faz uma massagem.
  • Pendrive: pequeno, ocupa pouquíssimo espaço e é de uma utilidade tremenda.
  • Cartões de visita: não é um ítem absolutamente essencial, mas quase. Pessoais ou profissionais, é sempre bom ter à mão.
  • Garrafinha de água: essa ocupa mais espaço, mas pode não só ser necessária para sua hidratação, como também se tornar uma mão na roda. Se optar por carregar água, leve uma garrafinha das menores.
  • Carregador de celular: também não completamente essencial, mas importante. O carregador para carro, assume-se, já está no carro.
  • Fio dental: além do uso óbvio, fio dental pode ser usado como ferramenta de medida, cordão para prender coisas e uma infinidade de outros usos.
  • Pequeno kit de primeiros-socorros/Remédios: se existe algum medicamento que você necessariamente precise ter à disposição ou tomar todos os dias, ele é um ítem essencial e deve estar na sua bolsa o tempo todo (atenção especial vai para anticoncepcionais – sempre bom ter uma cartela em casa e outra na bolsa). Mas ítens que podem vir a calhar são coisas como um remédio para dor (de cabeça, cólica menstrual, etc,), anti-alérgico, algodão e band-aid, anti-ácido – coisas simples que aliviam probleminhas que podem dificultar seu dia.
  • Pequeno canivete suíço: resolve quase todos os problemas da humanidade. ;-)
  • Algo para beliscar: sempre, sempre bom ter na bolsa. A barrinha de cereal é campeã nas bolsas femininas. Nunca se sabe quando o trânsito vai apertar, quando a reunião que deveria levar meia hora acaba levando três ou quando você, por qualquer motivo, não teve tempo de almoçar.
  • Mini-lanterna: mulheres, atenção! Tenham uma lanterna na bolsa! Pode ser um chaveiro com lanterna, uma caneta com luz, mas tenham alguma coisa.
  • Absorventes: interno ou externo, tenha sempre um na bolsa. Não há nada pior do que ser pêga desprevenida.
  • Chicletes/Balas: auto-explicativo.
  • Pequeno guarda-chuva: existem modelos extremamente compactos e leves. Fica lá no fundo da bolsa até você precisar. A outra alternativa são as capas de chuva plásticas.
  • Preservativo: auto-explicativo. Certo?
  • Lixa de unha: porque vira e mexe uma unha quebra.
  • Prendedor de cabelo: o que você preferir, elástico, piranha, fivela, grampo, etc.
  • Lentes de contato e acessórios: se você usa lentes, é bom ter um par extra na bolsa, juntamente com os acessórios de limpeza e armazenamento.
  • Um envelope e selos para cartas: ganhe tempo não tendo que ir ao correio para comprá-los.
  • Embalagem ZipLoc vazia: a maior utilizade deste ítem é servir como saquinho de lixo provisório. Sempre que precisar jogar algo fora e não tiver uma lixeira por perto, utilize este saquinho que ficará lacrado na sua bolsa até que você possa esvaziá-lo (em casa ou em qualquer outo lugar).
  • Acessórios: brincos, anéis, pulseiras, colares, luvas, echarpes, bandanas… Pequenos ítens coringas para mudar levemente o visual quando aparecer aquele convite de última hora para o qual você não saiu de casa preparada. O interessante de levar alguns destes acessórios é que eles não precisam estar necessariamente dentro da bolsa: eles são coringas porque servem como acessórios para você e para a sua bolsa. Veja algumas sugestões nos vídeos abaixo:





Com minha cartola mágica eu sobrevivo até em uma ilha deserta
(Ítens que você dará graças aos céus por ter na bolsa em um momento de aperto):

* * * * *

  • Removedor de manchas: não, não é uma prioridade. Mas se você tiver isso na bolsa quando a situação pedir, levantará a mão aos céus. Eu aqui nos EUA uso o Tide To Go Mini que tem o tamanho de um absorvente interno e um poder de ação quase inacreditável.
  • Pinça: mil e uma utilidades, não ocupa espaço e pode ser colocada junto com a maquiagem.
  • Cortador de unha: auto-explicativo
  • Pequeno kit de custura: linha em 2 tons (claro e escuro), agulha, alfinete de fralda (é este ainda o nome ou tem um termo mais “moderno”?). Simples, ocupa pouco espaço e pode salvá-la de várias situações.
  • Algo para ler: eu, pessoalmente, dispenso porque o espaço que ocupa e o peso que coloca na bolsa não valem a pena. Se quero ler alguma coisa, puxo meus feeds no celular. Mas, tem quem goste. Para evitar carregar livros ou revistas mais pesados, a alternativa é imprimir algo que você queira ler (5-10 páginas) e carregar dobrado na bolsa.
  • Sabonete líquido: produtos 3 em 1 (shampoo, body wash e espuma de banho, como estas da Philosophy) são uma boa pedida. Há situações que os lenços umedecidos não resolvem.
  • Cola (super bonder ou outra com boa fixação): porque saltos às vezes quebram, sutiãs às vezes arrebentam, objetos às vezes lascam, envelopes precisam ser lacrados. Este ítem é para a as rainhas da prevenção. Se optar por levar uma cola na bolsa, não deixe de colocar em uma embalagem Ziploc, para evitar transtornos de vazamentos.
  • Acetona ou removedor e esmaltes: antes unhas sem esmalte algum, do que esmalte lascado em 3 dedos de cada mão. Para uma camada temporária quando não dá para fazer a unha, o esmalte “peel-off” da Sula (não sei se é vendido no Brasil) quebra um galho. A vantagem de ter algo do gênero na bolsa é que a embalagem é bem pequena, seca rápido e se errar na hora de passar, é só puxar a película e passar de novo. Não é uma manicure perfeita, mas remedia unhas com aparência mal-tratada.
  • Repelente de insetos: para aquele churrasco na chácara do seu amigo, fim-de-semana na praia, ou se você mora em regiões onde insetos são um problema.
  • Vela: dificilmente você vai precisar de uma vela, mas caso se encontre em uma situação em que precise, ficará feliz por tê-la (falta de luz, criar um ambiente romântico, etc).
  • Fita métrica: mais útil para algumas mulheres do que para outras. Para arquitetas, decoradoras, engenheiras e afins, naturalmente, é um ítem essencial. Para o resto de nós, um ítem opcional que pode se mostrar útil.
  • Clips, elásticos e fita adesiva: mil e uma utilidades.
  • Mini kit de ferramentas: existem modelos compactos em miniatura que resolvem probleminhas como ter que consertar a haste de óculos, remover parafusos, etc.

Colocando tudo na bolsa:

Depois de escolher todos os ítens que vão entrar na sua bolsa, o macete para mantê-los organizados e com fácil acesso é categorizá-los por tipo e com base em frequência e necessidade de uso e separá-los em pequenas necessaires transparentes ou translúcidas – ou até mesmo Ziplocs. A vantagem das translúcidas é permitir visualização do conteúdo sem a necessidade de abrir a necessaire (a exceção fica para os produtos íntimos femininos e preservativos, a seu critério). Há coisas que não caberão em necessaires, mas coloque o que couber. Facilita horrores na hora de achar alguma coisa dentro da bolsa. Outra dica muito prática é separar todos os ítens de metal (ou que contenham metal) em uma única necessaire. Dessa forma, passar por detector de metais deixa de ser aquela cena constrangedora em que você tem que esvaziar a bolsa toda enquanto uma fila se forma atrás de você.

Download:

Por último, para facilitar sua vida, você pode fazer o download ou imprimir a lista completa dos ítens deste artigo em 2 formatos diferentes: Excel (se quiser editar e criar uma lista personalizada) ou PDF (para imprimir apenas). Marque os ítens que pretende ter na bolsa para cada situação (dia-a-dia, fim-de-semana, para sair à noite, etc), imprima e deixe à mão. Na hora de sair (especialmente na pressa), é só conferir sua listinha correspondente à ocasião em questão e, assim, você não precisa ficar quebrando a cabeça nem corre o risco de deixar em casa coisas que gostaria de ter na bolsa.

Excel:

PDF:

E você, o que carrega na sua bolsa? Carrega alguma coisa que não foi listada neste artigo?

(Foto: piX1966)

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Procurando o lugar certo para morar

Posted by Carolina Berthold On June - 13 - 2010
Você está procurando um lugar para morar. É uma decisão muito importante, pois depois de tomada, fica mais difícil voltar atrás. Quem já comprou ou alugou um imóvel sabe que é complicado, mas o bom planejamento pode tornar o processo menos dolorido:

1. A primeira coisa a decidir é se você irá comprar um imóvel ou alugar. Li que se você se propuser a colocar um valor mensal em uma prestação – ao invés de financiar, alugar um imóvel e guardar a diferença deste valor – em pouco tempo poderá comprar seu imóvel à vista, totalmente quitado. Esta dica parte do princípio de que o valor de um aluguel geralmente é menor que uma prestação de financiamento. Portanto, comprometendo-se a poupar todos os meses, o valor da diferença entre o valor do aluguel e o valor que você gastaria com a prestação do financiamento. O tempo que você levará para comprar seu imóvel à vista é bem curto em relação ao tempo de um financiamento. Você pode ler mais detalhes no Papo Econômico.

2. Faça uso da internet, visite sites de imobiliárias para ter uma idéia de que tipo de imóvel se encaixa no que você procura. O Portal das Imobiliárias possui cadastradas várias imobiliárias em todo o país.

3. Escolha com atenção onde você quer morar. Geralmente em bairros um pouco mais afastados, consegue-se impoveis melhores por preços menores. Mas analise a localização do imóvel de várias perspectivas: distância do trabalho, o trânsito e segurança nas redondezas, barulho, facilidades próximas ao imóvel (como supermercados, padaria, farmácia, etc. – especialmente se você não tiver carro), obras, lazer, etc. Leve tudo em consideração, além do preço e do imóvel em si.

4. Não deixe de visitar os locais que você gostou. Parece óbvio, mas há muita gente que aluga imóvel sem sequer visitar o local. Observe pintura, paredes, parte hidráulica e elétrica, disposição dos cômodos, ventilação, vista, onde bate o sol na parte da manhã e da tarde, etc. Visite o imóvel em horários distintos – às vezes a vizinhança parece ser calma durante o dia mas abriga bares ou vizinhos barulhentos à noite. Quanto mais detalhes você checar, menos problemas terá depois. O site Casa Abril possui uma lista de itens a serem checados.

São os pequenos detalhes que tornam a vida mais fácil. Então, se você está procurando um lugar para morar, atente para eles.

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