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Archive for the ‘Morando sozinho(a)’ Category

Desperdício – parte II

Posted by Carolina Berthold On December - 9 - 2010

Na primeira parte deste artigo, falei um pouco sobre desperdício de água e de energia, e dei algumas dicas sobre como economizar estes recursos. Hoje falaremos de outros dois tipos de desperdício, que também têm impacto tanto na sustentabilidade do planeta, como no orçamento.

1. Alimentos

É uma grande dificuldade para quem mora sozinho, pois é difícil acertar a quantidade de comida quando se cozinha apenas para um. Então, seguem algumas dicas:

- Quando fizer compras, antes de colocar no congelador, já corte a carne em quantidades menores, suficientes para cada refeição.

- Caso faça uma refeição e sobre muita comida, congele. Você poderá comer outro dia e não precisará jogar nada fora.

- Reaproveite. O arroz de ontem com farinha e ovo pode virar um bolinho de arroz, o frango pode ser colocado em uma sopa. Além disso, as cascas e talos possuem muitos nutrientes e também podem ser utilizados. Veja aqui algumas dicas sobre como aproveitar ao máximo os alimentos. (Foto: Flickr/jbloom)

- Congele. Legumes que você pretende usar em saladas não devem ser congelados, mas batatas, cenouras e outros podem.

- Faça compras uma vez por semana. Nada de ir ao supermercado um vez por mês e deixar tudo estragar na geladeira. Compre apenas o que você precisa consumir, e esteja sempre atento ao prazo de validade.

- Não compre água em garrafa. É um desperdício absurdo, se você tem água tratada. Mais sobre este assunto aqui.

2. Dia-a-dia

Você também consegue evitar o desperdício em pequenas atitudes no dia-a-dia:

- Procure ler seus e-mails na tela do computador. Não imprima nada sem absoluta necessidade.

- Sabe aquela revista que você assina mas acaba ficando fechada porque você não tem tempo de ler? Cancele a assinatura e compre na banca, quando tiver assunto de seu interesse. Assim se poupa papel e dinheiro.

- Leve os toners vazios da impressora para recarregar, ao invés de comprar novos.

- Na hora de comprar, escolha produtos com rótulos ecológicos e com menos embalagem, assim você estará escolhendo poluir menos o planeta. Também evite comprar produtos descartáveis ou de uso único.

- Opte por sacos de compra reutilizáveis, hoje temos supermercados que dão desconto se você não utiliza sacolas plásticas.

- Dê preferência aos produtos que usam bateria e opte por pilhas recarregáveis.

- Utilize lâmpadas de baixo consumo, elas economizam até 80% de energia e duram bem mais.

São nessas pequenas atitudes do dia-a-dia que evitamos o desperdício dentro de casa, e damos uma chance ao nosso planeta.

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Cozinhando para um: Quibe assado

Posted by Patricia On December - 5 - 2010

Esta é a primeira receita da série “Cozinhando Para Um” (veja a introdução aqui):

Quibe Assado

Este é um prato fácil de ser preparado, que pode ser dosado para uma só pessoa ou feito em maiores quantidades para ser congelado.

Nota: Existe mais de uma forma de preparar quibe e os tipos e a quantidade de condimentos variam de acordo com a preferência individual e a quantidade a ser preparada. Como regra geral, use uma medida de carne para uma medida (ou pouco menos de uma medida) do trigo já hidratado. Nunca use mais trigo do que carne, pois isso faz com que o quibe esfarele.

Ingredientes:

  • Carne moída
  • Trigo para quibe
  • Manteiga ou margarina
  • Sal
  • Pimenta do reino
  • Hortelã
  • Cebola
  • Alho
  • Opcional: salsinha e cebolinha

Modo de preparo:

  1. Pré aqueça o forno em temperatura média (180ºC). Unta forma de sua preferência (a ideal, se você está fazendo a receita pela primeira vez, é a refratária, de vidro transparente, pois permite que você monitore o cozimento) com azeite ou manteiga.
  2. Hidrate o trigo colocando-o em uma tigela com água. Se você não tem muito tempo, use água quente – dessa forma o trigo hidrata mais rapidamente.
  3. Tempere a carne moída com os comdimentos da sua preferência (cebola, alho e hortelã bem picadinhos, sal, pimenta do reino, etc.), amassando tudo bem com as mãos. A quantidade de condimentos vai depender da quantidade de carne e trigo usada para a receita e do seu gosto pessoal. Acrescente a manteiga, que serve para criar a liga – mas não use manteiga demais para não deixar o quibe gorduroso. Para aproximadamente 1kg de carne moída, uma colher de chá cheia de manteiga é suficiente.
  4. Escorra o trigo, apertando bem com as mãos para tirar todo o excesso de água. Use uma peneira, se necessário. O trigo hidratado deve estar levemente húmido, mas não molhado ou com excesso de água.
  5. Em uma vasilha grande, misture bem o trigo hidratado com a carne moída temperada e amasse com as mãos até que a mistura esteja bem homogênea.
  6. Coloque a mistura na assadeira, pressionando a massa e acomodando-a bem no fundo e beiradas. Com uma faca, já corte a massa ainda crua – isso ajuda no cozimento e facilita na hora de servir.
  7. Coloque no forno para assar. Novamente, o tempo de cozimento vai variar de acordo com a quantidade sendo preparada e com o tamanho do seu forno. Ao fazer esta receita pela primeira vez, monitore o cozimento. Um quibe de tamanho médio leva em torno de meia hora para ficar pronto.
  8. Sirva com arroz branco, ou arroz com nozes e uma salada e terá uma refeição bem balanceada.

Dica #1: você pode preparar um quibe de tamanho médio e congelar o que não consumir. O ideal é separar os pedaços em embalagens Ziploc em porções de tamanho individual, que podem depois ser descongeladas também individualmente.

Dica #2: se optar por fazer uma porção individual, você pode ou preparar só a quantidade que vai consumir ou preparar uma quantidade maior e assar somente o que for consumir, congelando a massa crua restante que estará já pronta para ser depois assada. Isso elimina todo o tempo de preparo e você terá um quibe fresquinho na semana seguinte.

Esperamos que teste e goste desta receita. Comente abaixo se experimentar, nos contando sua experiência e como ficou seu quibe. :)

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Série: Cozinhando para um

Posted by Patricia On December - 5 - 2010

Você está morando sozinho(a) pela primeira vez na vida e mais cedo ou mais tarde se depara com a realidade que, para manter uma dieta balanceada dentro de um orçamento razoável, precisa planejar suas refeições e aprender a cozinhar uma variedade mínima de pratos.

Uma das maiores dificuldades para quem mora sozinho é como dosar as receitas para uma pessoa só. Além disso, muitas vezes é difícil justificar passar 1, 2, 3 horas na cozinha para preparar uma refeição que não será dividida com ninguém e consumida em 15 minutos.

A solução para estes 2 problemas é encontrar receitas práticas, rápidas e nutritivas, que possam ser ou congeladas ou dosadas para porções individuais.

Existem muitas receitas que você pode usar, mas nesta série vamos reunir algumas das nossas favoritas, testadas e aprovadas pela nossa equipe. Esta introdução será atualizada com links para as receitas individuais conforme elas forem publicadas:

Fotos: JR3, stevendepolo.

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Desperdício – parte I

Posted by Carolina Berthold On August - 22 - 2010

Evitar o desperdício é um grande desafio para todos, mas especialmente para quem mora sozinho. Quando falamos em desperdício, o que me vem a mente é a grande quantidade de comida que colocamos fora, mas desperdício não é só isso, desperdício é utilizar recursos de forma errada. Neste e no próximo artigo colocarei algumas dicas sobre como evitar o desperdício em várias áreas, e quais os benefícios que você pode obter disso.

1. Água

Sim, ouvimos muito falar em desperdício de energia e água, sobre como estes recursos vão ser escassos em um futuro não muito distante. Utilizando da forma correta estes recursos estaremos não só preservando o planeta, mas também reduzindo os valores de contas de água e luz. Às vezes a mudança parece não ser significativa, mas se uma conta de energia elétrica reduzir em R$ 10,00 ao mês, a economia terá sido de R$ 120,00 ao ano – tomando-se algumas medidas bem simples:

  • Verifique se há torneiras, chuveiros e mangueiras vazando em sua casa, e, se houver, chame um profissional da área para consertar;
  • Feche a torneira enquanto estiver escovando os dentes;
  • Não deixe o chuveiro aberto se não estiver tomando banho;
  • Ao ensaboar as louças, mantenha a torneira fechada (a Patrícia há pouco tempo fez um post com dicas para economizar água enquanto lava a louça);
  • Verifique se o relógio que mede o consumo de água de sua casa está em perfeito estado;
  • Algumas máquinas de lavar roupa reaproveitam água; dê preferência para estas.

2. Energia

  • Procure comprar eletrodomésticos que consomem menos energia, aqueles com a selo indicando tipo “A” são mais econômicos. Neste site você pode entender um pouco melhor como funciona o cálculo da energia que os eletrodomésticos consomem;
  • Procure não deixar roupas penduradas atrás da geladeira, isso aumenta bastante o consumo;
  • Verifique se as borrachas da sua geladeira estão em perfeitas condições: quando a borracha não sela perfeitamente as portas da geladeira, ela perde temperatura para o ambiente e consome mais energia para manter estável a temperatura interna definida;
  • Não abra a porta da geladeira sem necessidade: a hora de pensar no que vai ser retirado da geladeira é antes de abrí-la, evite ficar com a porta aberta um tempão enquanto pensa no que quer pegar;
  • Efetue a limpeza da geladeira regularmente: quanto mais congelado o freezer, mais energia ela vai consumir;
  • Evite deixar aparelhos em stand by sem necessidade, especialmente quando for passar um período longo ou alguns dias fora de casa (quando aquela luzinha da TV está acesa, ela está consumindo energia);
  • Deixe acesas apenas as luzes que forem necessárias e opte por lâmpadas mais econômicas. Apesar de serem mais caras, elas consomem menos energia e têm vida útil maior. Uma outra dica para aumentar a vida das lâmpadas é deixá-las acesas até 4hs por dia;
  • Acumule roupas tanto para colocar na lavadora como para passar, assim você só precisará ligar a máquina de lavar ou o ferro de passar roupa uma vez.

Você pode ver mais dicas sobre compra e uso consciente de eletrodomésticos aqui.

Se cada pessoa puder aplicar todos os recursos que tem em mãos da forma correta, isto beneficiará o planeta, a saúde, e também o bolso.

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Organizando a Geladeira

Posted by Carolina Berthold On August - 4 - 2010

Uma coisa super importante com a qual, às vezes, quem mora sozinho não se preocupa é a organização da geladeira. Organizando os alimentos adequadamente é possível mantê-los com o sabor de frescos e até mesmo alterar sua duração.

Imagem: Ollie Crafoord on Flickr

Alimentos:

As áreas distintas possuem temperaturas diferentes, então é possível organizar tudo de acordo com a necessidade de refrigeração:

Carnes: devem ser guardadas no freezer ou gaveta própria. Caso você pretenda consumir logo, separe apenas a parte que será utilizada e deixe nas prateleiras intermediárias. Uma dica é: quando você comprar carne, já corte e coloque quantidades pequenas em saquinhos, assim, você não precisará descongelar mais carne do que pretende cozinhar, correndo o risco de estragá-la.

Frutas: devem ser lavadas antes de guardar na geladeira e guardadas em sacos plásticos, para evitar ressecamento. As verduras também devem ser guardadas em sacos plásticos, mas não precisam ser lavadas. Podem ser guardadas na gaveta própria para isso.

Ovos: Embora a maioria das geladeiras possua compartimentos próprios para ovos na porta, este não é o lugar ideal para eles, pois a refrigeração ali  é menor. Ovos devem ser guardados nas prateleiras superiores, próximos ao fundo.

Conservas: estas, sim, podem ser guardadas na porta da geladeira, junto com água e refrigerantes, pois não precisam de grande refrigeração.

Enlatados: depois de abertas, as latas soltam oxidantes, podendo contaminar os alimentos. Colocando ou não na geladeira, sempre armazene em potes plásticos.

Queijos: podem ser colocados na gaveta própria ou na prateleira de cima, sempre bem embalados.

Dispondo alimentos nas prateleiras:

Como a prateleira de cima é bem refrigerada, o ideal é colocar lá o que estraga com mais facilidade: leite, iogurte, sucos naturais, margarina. Uma vez ouvi que a prateleira de cima é a que devemos guardar o que vamos comer no café da manhã.

Nas prateleiras intermediárias podem ser armazenadas as sobras de comida: feijões, sopas, arroz – mas sempre em potes com tampa. O pão também dura mais tempo se armazenado na geladeira e o ideal é que os alimentos sejam colocados com espaço para o ar frio circular e mantê-los refrigerados.

Para otimizar 1) o espaço nas prateleiras e 2) o acesso a produtos, você pode optar por uma solução muito simples e eficiente: colocá-los em prateleiras giratórias, conforme a imagem abaixo. Assim, os produtos que estão no fundo podem ser acessados com a mesma facilidade que os da frente (bastando apenas girar a base) e você aproveita melhor aqueles espaços que normalmente ficariam inutilizados.

Limpeza:

O ideal é que a geladeira seja limpa no máximo a cada 15 dias, com um pano molhado e álcool ou com uma esponja, água e sabão ou detergente neutro em pequena quantidade. Não utilize produtos de limpeza fortes. O álcool evapora rapidamente, sem deixar resíduos; sabão ou detergente neutro sai facilmente com pano e água. Mas outros tipos de produto podem deixar resíduos dentro da geladeira que são nocivos à saúde.

Sempre que possível, retire as partes móveis da geladeira e lave-as na pia com água e detergente. É importante manter a geladeira em boas condições de higiene para evitar mau cheiro, contaminações, propagação de bactérias e mofo.

Tomando estas precauções, seus alimentos devem durar mais tempos e permanecer mais frescos, reduzindo os riscos de desperdício e até mesmo de malefícios a saúde.

 

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Alugando um imóvel

Posted by Carolina Berthold On July - 15 - 2010

Agora que você encontrou o lugar certo, e decidiu alugar um imóvel, há alguns detalhes importantes para seter em mente:

1. Garantia: Não tem jeito. As imobiliárias sempre pedem algum tipo de garanti – e estão cobertas por lei. As garantias podem ser solicitadas de três formas:

  • Fiador: você apresenta uma outra pessoa ( dona de pelo menos dois imóveis) para se responsabilizar caso o aluguel não seja pago;
  • Caução: nesta opção você efetua um depósito no valor máximo de três aluguéis e este valor será devolvido na entrega do imóvel (assumindo-se que não seja necessário ao proprietário utilizá-lo para consertar danos que você tenha causado);
  • Seguro-fiança: uma seguradora especializada se responsabiliza pelo não-pagamento e custa até 1,5 vezes o valor do aluguel. Nesta caso, a imobiliária indica a seguradora. Você pode ler um pouco mais sobre como funcionam as garantias aqui.

2. Vistoria: acontece antes de você receber as chaves. É a visita da imobiliária, juntamente com o locatário (você) para verificar as condições do imóvel. Este é o momento de dar aquela última verificada em tudo, pois o que for observado em vistoria vai definir, na ocasião da devolução do imóvel, quais os consertos que você precisará pagar. O relatório da vistoria é feito em duas vias, uma para a imobiliária, e outra para o locatário (guarde sua via!). Também, a partir deste relatório, é ainda possível solicitar algum conserto que se faça necessário. É um momento bom para observar se as torneiras, chuveiro e lâmpadas estão funcionando, se o piso e azulejos estão todos coladinhos e inteiros, as portas e paredes estão com a pintura em condições.

3. Consertos durante a locação: A responsabilidade de quem está alugando um imóvel é mantê-lo nas mesmas condições que recebeu. Mas problemas de estrutura (como um vazamento, ou azulejos caindo da parede) são de responsabilidade do proprietário. Se este for o seu caso, deve procurar a imobiliária e comunicar o problema por escrito, pois, caso o mesmo não seja solucionado, posteriormente você pode comprovar que informou o responsável.

4. Condomínio: não há como escapar, condomínio é de responsabilidade do inquilino. Valores como salários dos funcionários, cotas de água e luz em áreas comuns, manutenções elétricas e de segurança-  tudo isso faz parte dos valores que o locatário deve pagar. Por outro lado, valores como instalação de equipamentos, interfones, pintura da fachada, são responsabilidade do proprietário. Nestes casos, você deve pagar o boleto do condomínio, e enviar, junto com o emonstrativo das despesas, para a imobiliária, solicitando o ressarcimento no próximo aluguel.

Enfim, estes são alguns lembretes importantes sobre aluguéis de imóveis. Lembrando que é sempre fundamental ler o contrato de locação com atenção antes de assiná-lo para ter certeza de que está ciente e de acordo com todas as cláusulas. Não caia no papo da imobiliária de que “este contrato é padrão”. Sim, ele é padrão, mas é feito para defender os interesses da imobiliária e nem sempre seus direitos estão devidamente cobertos. Na dúvida, consulte um advogado e não se intimide em pedir alterações de contrato caso não esteja de acordo. Essa é a hora de prevenir situações complicadas no futuro.

Boa sorte no seu novo lar!

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Mofo no inverno

Posted by Carolina Berthold On June - 29 - 2010

O Inverno chegou. Com ele, além do frio, nos deparamos com vários probleminhas típicos desta época do ano. Um deles é o mofo. A umidade toma conta, a casa fica mais fria, as roupas e armários com cheiro ruim. Reunimos, abaixo, algumas dicas para se prevenir deste companheiro indesejado:

Foto: seishin17 on Flickr

1. Mantenha a casa arejada – Sempre que possível abra portas e janelas. Deixar tudo fechado para se proteger do frio não é solução. O ar fresco e o vento são ótimos aliados no combate ao mofo – então, deixar a casa sempre bem ventilada ajuda bastante.

2. Armários – Seguindo o princípio anterior, deixar as portas dos armários abertas para ventilar pode aliviar o problema do mofo. Você também pode colocar pedaços de giz (sim, estes para quadro-negro) dentro dos armários. Eles são ótimos para absorver umidade. Já nos armários da cozinha, você pode forrar as prateleiras com papel-toalha. Além diso, se você colocar pequenos pedaços de cravo-da-índia nos armários – eles trarão um aroma gostoso e não muito forte.

3. Aproveite o sol e, quando ele aparecer, coloque os tapetes, cortinas e almofadas para pegar um ar. O sol retira a umidade dos tecidos e ajuda a combater os esporos do mofo.

4. Verifique Infiltrações e vazamentos – Muitas vezes eles são os vilões da umidade. Se você está desconfiado de vazamento na sua casa, chame um profissional especializado.

5. Produtos anti-mofo – Existem vários, e você encontra facilmente no supermercado. Procure colocar em cantos que são mais escuros e difíceis de ventilar.

Caso o mofo já tenha tomado conta, não se desespere. Existem soluções caseiras para combatê-lo, no site Faz Facil você encontra dicas para se livrar do mofo nos azoulejos, paredes e teto.

Lembrando que, com estas dicas, além da sua casa ficar mais aconchegante, você previne doenças alérgicas, que também podem ser causadas por mofo e fungos. Bom inverno sem mofo!

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Procurando o lugar certo para morar

Posted by Carolina Berthold On June - 13 - 2010

Você está procurando um lugar para morar. É uma decisão muito importante, pois depois de tomada, fica mais difícil voltar atrás. Quem já comprou ou alugou um imóvel sabe que é complicado, mas o bom planejamento pode tornar o processo menos dolorido:

1. A primeira coisa a decidir é se você irá comprar um imóvel ou alugar. Li que se você se propuser a colocar um valor mensal em uma prestação – ao invés de financiar, alugar um imóvel e guardar a diferença deste valor – em pouco tempo poderá comprar seu imóvel à vista, totalmente quitado. Esta dica parte do princípio de que o valor de um aluguel geralmente é menor que uma prestação de financiamento. Portanto, comprometendo-se a poupar todos os meses, o valor da diferença entre o valor do aluguel e o valor que você gastaria com a prestação do financiamento. O tempo que você levará para comprar seu imóvel à vista é bem curto em relação ao tempo de um financiamento. Você pode ler mais detalhes no Papo Econômico.

2. Faça uso da internet, visite sites de imobiliárias para ter uma idéia de que tipo de imóvel se encaixa no que você procura. O Portal das Imobiliárias possui cadastradas várias imobiliárias em todo o país.

3. Escolha com atenção onde você quer morar. Geralmente em bairros um pouco mais afastados, consegue-se impoveis melhores por preços menores. Mas analise a localização do imóvel de várias perspectivas: distância do trabalho, o trânsito e segurança nas redondezas, barulho, facilidades próximas ao imóvel (como supermercados, padaria, farmácia, etc. – especialmente se você não tiver carro), obras, lazer, etc. Leve tudo em consideração, além do preço e do imóvel em si.

4. Não deixe de visitar os locais que você gostou. Parece óbvio, mas há muita gente que aluga imóvel sem sequer visitar o local. Observe pintura, paredes, parte hidráulica e elétrica, disposição dos cômodos, ventilação, vista, onde bate o sol na parte da manhã e da tarde, etc. Visite o imóvel em horários distintos – às vezes a vizinhança parece ser calma durante o dia mas abriga bares ou vizinhos barulhentos à noite. Quanto mais detalhes você checar, menos problemas terá depois. O site Casa Abril possui uma lista de itens a serem checados.

São os pequenos detalhes que tornam a vida mais fácil. Então, se você está procurando um lugar para morar, atente para eles.

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Fazendo sua mudança

Posted by Carolina Berthold On June - 3 - 2010

Fazer mudanças é uma tarefa que pode ser stressante. Se você está fazendo isso pela primeira vez na vida (especialmente se está saindo da casa dos pais pela primeira vez, com diversos outros desafios na cabeça), mais stressante ainda. Se este é seu caso, primeiramente lembre-se que situações novas sempre trazem estresse para as nossas vidas, mas esta experiência pode ser a aventura que você estava precisando para trazer amadurecimento e independência.

Mas, para marinheiros de primeira viagem ou não, as dicas de hoje são sobre como lidar com a organização de uma mudança:

(Imagem: sxc.hu)

  1. Procure você mesmo organizar suas coisas. Aproveite e já faça uma limpa nos armários, livre-se do que não precisa mais. Acredite, quando chegar no destino, tudo o que não vai querer são caixas com as quais não sabe o que fazer ou onde guardar.
  2. Mesmo que você faça sua mudança com uma transportadora de confiança, acidentes podem acontecer e coisas podem se perder. Ientifique bem todas as suas caixas. Uma boa opção (que eu, pessoalmente, uso)  é etiquetar seu nome completo, endereço de entrega, conteúdo e numeração. Numerando as caixas você vai perceber logo se faltar alguma coisa e, identificando o conteúdo, você vai direto buscar nas caixas o que tem prioridade. Para identificar e ter controle sobre o conteúdo, você pode
    • escrever na própria caixa, listando o que tem dentro.
    • fazer uma lista separada, anotando qual caixa tem o que (esta opção é útil quando você quer ser detalhado(a) na descrição do conteúdo).
    • fotografar as caixas abertas, imprimir as fotos em papel mesmo e colar nas caixas correspondentes. Essa terceira alternativa pode ser combinada com as duas primeiras e é fantástica para identificação visual de conteúdo – sem necessidade de abrir as caixas.
  3. Ao procurar uma transportadora, invista nas menores. As transportadoras grandes são muito caras e produzem o mesmo resultado. Geralmente as transportadoras possuem uma lista de clientes que podem dar referência do serviço. Use-a.
  4. Acha que vai ficar caro e não tem tanta coisa assim? Não existe motivo para pagar por um caminhão apenas para suas coisas!! Nem todo mundo sabe, mas as transportadoras trabalham com uma modalidade chamada “aproveitamento de mudança”. Eles coletam a mudança na sua casa, deixam no depósito da transportadora, e quando tiver outra mudança que passe pelo seu local de destino, te avisam e agendam a entrega. Chega a sair em torno de 50% mais barato.

O importante de tudo isso é trabalhar com uma transportadora de confiança e deixar suas coisas bem organizadas, assim a possibilidade de imprevistos fica bem menor.

Imagem: sxc.hu

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