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Archive for July, 2010

Dobrando lençóis com elástico

Posted by Patricia On July - 28 - 2010

Vamos falar a verdade: lençóis de baixo com elástico são fantásticos! Se você tem idade para se lembrar da época em que eles ainda não eram vendidos no Brasil, sabe bem do que estou falando. Lençóis com elástico caem naquela categoria “como é que uma idéia tão simples são foi implementada antes?”. Você tira o lençol do armário, joga mais ou menos aberto na cama, passa o elástico nos cantos do colchão, dá aquela esticadinha básica  e “voilá”! Simples, rápido e prático!

Sim, é fantástico… até você precisar guardá-lo de volta no armário depois de lavar. Depois de travar algumas batalhas iniciais – e perdê-las – tentando descobrir uma forma eficiente de dobrar aquela peça desengonçada, você desiste, deixa a coisa meio que embolada no meio, dobra do jeito que dá e esconde debaixo do lençol sem elástico (que, por sua vez, dobra em um retêngulo perfeito, sem recheio de elástico embolado). Na hora de usar novamente, você precisará esticar bem, porque ele estará completamente amassado – exceto pelo pedacinho que ficou devidamente dobrado por cima. Ou então (haja paciência…), o jeito é passar novamente.

E aí, um belo dia, você pensa que alguém deve ter encontrado a solução para este problema, resolve procurá-la e chega ao nosso blog. Nós não pensamos na solução, mas a encontramos para você. Seus  dias de lençol embolado acabaram!

#comofas para dobrar lençóis com elástico?

Siga o passo-a-passo do vídeo abaixo e vejam a perfeição da coisa! O vídeo está em inglês, mas dá para seguir mesmo sem entender a narração. E nunca mais se irrite tentando guardar sua roupa de cama:



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Reeducação Alimentar – Primeiros Passos

Posted by Tâmara Sleyne On July - 22 - 2010

Free Stock Photo - Indian Curry Meal - Paneer Butter Masala/Butter Chicken

Não é fácil!  Mudar a rotina alimentar, atentar a horários, verificar se todos os grupos alimentares estão sendo consumidos e na quantidade correta, fazer combinações e substituições. O início de uma reeducação alimentar é difícil, mas vale o esforço inicial.

E aí você está disposto a enfrentar esta mudança! Mas abre a geladeira e a dispensa e vê um monte de alimentos que devem ser evitados ou ter sua ingestão diminuída.  O que fazer?

  • Doar: Você pode ser radical e doar tudo, para um vizinho, um parente, uma instituição de caridade, uma creche!
  • Faça uma festa: Leve na esportiva e faça uma festa com todo aquela comida! Convide os amigos, os vizinhos, os parentes! Explica o motivo do evento, conta que está celebrando o início de uma nova fase na sua vida!

Mas você acabou de encher a dispensa, gastou todo a parte do orçamento dedicada a alimentação e tem que passar o mês com o que está em casa! Calma, não se desista!

  • Monte um cardápio diário ou semanal: Organize suas refeições levando em conta o que tem na sua dispensa, monte um cardápio diário ou semanal, encaixe os alimentos disponíveis para o café, almoço, janta e lanches.  Desta força, você começa a perceber o que vem ingerindo no dia a dia e adquire um novo hábito sem trauma, pois as refeições serão as habituais.
  • Reduza as quantidades dos alimentos: Se, por exemplo, você está acostumado a comer 4 ou 5 pães no jantar e se o ideal para você deve ser 2 ou apenas um, diminua uma unidade a cada semana! Vai ser muito mais fácil diminuir a quantidade aos poucos do que de uma vez só!
  • Beba bastante líquido.
  • Não esqueça dos lanches: Faça do café da manhã a refeição mais importante, mas não esqueça dos lanches.  Não espere ficar “morrendo de fome” para fazer uma refeição, tenha sempre um alimento curinga por perto.
  • Altere o preparo dos alimentos: Aqueles que iriam ser fritos podem ser assados, cozidos ou grelhados. E diminua o sal para evitar a retenção de líquidos.

Mas isso trará algum resultado?

Sim! Mas você tem que ter paciência com a balança, lembre que perder peso muito rápido não é saudável, e quanto mais rápido se perde peso, mas fácil se recupera o mesmo. Estas dicas são os passos iniciais, ainda há um longo caminho pela frente! Isso não quer dizer que nada vai mudar com esses pequenos passos,  talvez o resultado seja pequeno, mas vale uma visita a balança, e se não houver diferença use a fita métrica! Perceba também as pequenas mudanças como mais disposição no dia a dia e um sono melhor.

Foto: Flickr – Photo_Mind

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Alugando um imóvel

Posted by Carolina Berthold On July - 15 - 2010

Agora que você encontrou o lugar certo, e decidiu alugar um imóvel, há alguns detalhes importantes para seter em mente:

1. Garantia: Não tem jeito. As imobiliárias sempre pedem algum tipo de garanti – e estão cobertas por lei. As garantias podem ser solicitadas de três formas:

  • Fiador: você apresenta uma outra pessoa ( dona de pelo menos dois imóveis) para se responsabilizar caso o aluguel não seja pago;
  • Caução: nesta opção você efetua um depósito no valor máximo de três aluguéis e este valor será devolvido na entrega do imóvel (assumindo-se que não seja necessário ao proprietário utilizá-lo para consertar danos que você tenha causado);
  • Seguro-fiança: uma seguradora especializada se responsabiliza pelo não-pagamento e custa até 1,5 vezes o valor do aluguel. Nesta caso, a imobiliária indica a seguradora. Você pode ler um pouco mais sobre como funcionam as garantias aqui.

2. Vistoria: acontece antes de você receber as chaves. É a visita da imobiliária, juntamente com o locatário (você) para verificar as condições do imóvel. Este é o momento de dar aquela última verificada em tudo, pois o que for observado em vistoria vai definir, na ocasião da devolução do imóvel, quais os consertos que você precisará pagar. O relatório da vistoria é feito em duas vias, uma para a imobiliária, e outra para o locatário (guarde sua via!). Também, a partir deste relatório, é ainda possível solicitar algum conserto que se faça necessário. É um momento bom para observar se as torneiras, chuveiro e lâmpadas estão funcionando, se o piso e azulejos estão todos coladinhos e inteiros, as portas e paredes estão com a pintura em condições.

3. Consertos durante a locação: A responsabilidade de quem está alugando um imóvel é mantê-lo nas mesmas condições que recebeu. Mas problemas de estrutura (como um vazamento, ou azulejos caindo da parede) são de responsabilidade do proprietário. Se este for o seu caso, deve procurar a imobiliária e comunicar o problema por escrito, pois, caso o mesmo não seja solucionado, posteriormente você pode comprovar que informou o responsável.

4. Condomínio: não há como escapar, condomínio é de responsabilidade do inquilino. Valores como salários dos funcionários, cotas de água e luz em áreas comuns, manutenções elétricas e de segurança-  tudo isso faz parte dos valores que o locatário deve pagar. Por outro lado, valores como instalação de equipamentos, interfones, pintura da fachada, são responsabilidade do proprietário. Nestes casos, você deve pagar o boleto do condomínio, e enviar, junto com o emonstrativo das despesas, para a imobiliária, solicitando o ressarcimento no próximo aluguel.

Enfim, estes são alguns lembretes importantes sobre aluguéis de imóveis. Lembrando que é sempre fundamental ler o contrato de locação com atenção antes de assiná-lo para ter certeza de que está ciente e de acordo com todas as cláusulas. Não caia no papo da imobiliária de que “este contrato é padrão”. Sim, ele é padrão, mas é feito para defender os interesses da imobiliária e nem sempre seus direitos estão devidamente cobertos. Na dúvida, consulte um advogado e não se intimide em pedir alterações de contrato caso não esteja de acordo. Essa é a hora de prevenir situações complicadas no futuro.

Boa sorte no seu novo lar!

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